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Siderópolis define as metas e estratégias do Plano Municipal de Educação

O PME é novidade no município e é válido até 2024

Siderópolis – Professores, diretores e demais funcionários das redes de ensino municipal, estadual e particular de Siderópolis estiveram reunidos durante a plenária formativa para a análise do Plano Municipal de Educação (PME). Foram definidas 21 metas e 251 estratégias que compõem o PME, cujo objetivo é melhorar a qualidade do ensino de acordo com as necessidades do município.

Um dos destaques do plano é a meta 7, que aborda o aprendizado adequado na idade certa, onde 37 estratégias complementarão a Educação Infantil e o Ensino Fundamental e Médio do município. Outro diferencial foi o acréscimo de uma meta – tendo uma a mais que o Plano Nacional de Educação – que contempla a promoção à saúde dos profissionais que atuam na área.

Conforme a secretária de Educação, Rosângela Rossa de Souza, o plano é um progresso para a educação de Siderópolis. “O PME é um exemplo de gestão democrática, contando com o envolvimento da sociedade durante seu processo de elaboração. Isso é também um avanço para a classe, pois contempla as principais reivindicações dos profissionais, além de ser um comprometimento para a melhoria da qualidade da educação”, destacou.

O PME visa a melhoria na qualidade da educação de todas as redes de ensino – municipal, estadual e particular – de Siderópolis. Esta é a primeira vez que a cidade conta com o plano, que será válido até 2024. “A importância do PME se dá por ele não ser um plano de governo. Por ser decenal, ele garante uma continuação das metas e estratégias traçadas pela comunidade para o ensino em Siderópolis”, enfatizou a coordenadora do Fórum Municipal de Educação e coordenadora pedagógica da Secretaria de Educação, Adiles Lima.

Próximos passos

Nos próximos dias, a Secretaria Municipal de Educação deverá encaminhar o PME para a análise do poder Executivo. Posteriormente, ele será enviado para a aprovação da lei no Legislativo, cumprindo uma exigência nacional.

Suelen Bongiolo Gomes
ai/UNOPress

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