Opinião

O Rio sem o Cristo

por Mauro Queiroz

A guerra no Rio de Janeiro por territórios não é nova. É um tumor que já está inflamado há muito tempo e somente agora é que estorou de vez. O que vemos é uma polícia perdida e um governo sem rumo. Um caos!

Mesmo como brasileiro apaixonado pelo seu país acredito que o Rio 2016 somente aocntece com um projeto definitivo de segurança. Algo de impacto que não inclua somente a repressão e a violência.

Não é possível imaginar o Rio de Janeiro como uma cidade sitiada e nem esquecer a cidade maravilhosa. À sombra do Cristo a cidade vai sucumbindo e deixando a glória do passado ofuscada pela imagem da violência.


Também não dá para imaginar que o Rio não tem jeito. Falta vontade política! Falta o dinheiro das obras superfaturadas e os desvios de verbas serem aplicados adequadamente; falta as excelências irem para a cadeia; falta poltíco de ficha de limpa não ser eleito.

Como pode um político com precessos na justiça ser eleito e dar bom resultado? Não acredito que seja necessário uma lei para regular isso. O que falta mesmo é a gente aprender a votar… Não custa nada ir nos sites e ver se o político tem ficha limpa. É preciso seriedade, moral e honra para conduzir as nossas cidades, nosso estado e sobretudo o país.

Do jeito que está, o Rio de Janeiro não está apto nem para sediar jogos da Copa 2014. É um risco absurdo para turistas, atletas e o povo da cidade do Rio de Janeiro. Se a segurança for aquela pontual, ou seja, nos arredores dos locais de competição será muito pior. A volta para o hotel, para casa, será de muito perigo. É preciso uma política de segurança de uma vez por todas.

Uma política eficaz de segurança é urgente e necessária para que outras cidades emergentes do Brasil sigam o modelo e preparem-se para um futuro de possível violência devido a migração do crime organizado. A solução para o Rio de Janeiro será para o Brasil todo.


Mauro Queiroz
[email protected]

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