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Mobilização contra a dengue em Penha

Ação visa conscientizar a comunidade; agentes de saúde estão levando orientação aos bairros, durante a semana de 9 a 13 de fevereiro, e 200 armadilhas são vistoriadas regularmente

Penha – A Semana de Combate à Dengue instituída pela Secretaria Municipal de Saúde de Penha terá seu dia principal nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, quando uma mobilização de agentes de saúde e servidores do setor acontecerá em frente ao Paço Municipal e à Secretaria Municipal da Fazenda, na Avenida Nereu Ramos, das 14h às 17h, visando a distribuição de panfletos de orientação sobre a doença e também prestação de contas sobre o que já foi feito até agora.

A informação é do secretário de Saúde de Penha, Cleiby Darossi, e de Alexandre Deolindo, fiscal sanitarista de Penha e coordenador do programa, que integram a Semana de Combate à Dengue, iniciada dia 9 e que segue até 13 de fevereiro, com mobilização de agentes de saúde nos bairros e eliminação de possíveis focos da doença.

Em Penha, a ação contra o mosquito aedes aegypt conta com veículo Fia Strada próprio repassado em setembro do ano passado, pelo prefeito Evandro Eredes dos Navegantes (PSDB).

Penha tem demonstrado preocupação diante do surto de dengue na cidade de Itajaí, e vem reforçando o trabalho de orientação e fiscalização na cidade. “A prevenção é a única arma contra a doença”, define o fiscal Alexandre.

Foco em Maio do ano passado

O último foco positivo do mosquito foi encontro em maio do ano passado. Antes, porém, antes disso, outro foco havia sido encontrado somente em 2007. “Para manter esse índice pedimos que a população tome precauções básicas e simples para evitar o surgimento”, solicita Cleiby.

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

ai/UNOPress

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