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Frente fria com temporais e ventania no sul do país

Uma grande frente fria que avança sobre a Argentina e o Uruguai está associada a uma intensa área da baixa pressão atmosférica. A queda da pressão foi muito acentuada de ontem para hoje na região da província de Buenos Aires e no Uruguai, e o mesmo aconteceu sobre o Rio Grande do Sul. A baixa pressão facilita o desenvolvimento de nuvens muito carregadas que podem provocar chuva volumosa, com fortes rajadas de vento e eventualmente queda de granizo.

Esta frente fria já está causando a intensificação dos ventos sobre o Sul do Brasil. No Rio Grande do Sul, até as 11 horas, as estações meteorológicas automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia registraram rajadas de até 67 km/h em Bagé, 64 km/h em Chuí, 56 km/h em Uruguaiana e 55 km/h em Jaguarão.

Além da proximidade com o forte centro de baixa pressão atmosférica que está entre a Argentina e o Uruguai, condições particulares de relevo colaboram para aumentar a velocidade do vento. As rajadas tendem aumentar no decorrer desta terça-feira em áreas dos três estados da região. Em Santo Ângelo, no oeste gaúcho, uma rajada chegou a 74 km/h. Em Cascavel, no oeste do Paraná, o aeroporto local registrou rajadas de quase 78 km/h, às 14 horas.

De acordo com Josélia Pegorim, meteorologista da Climatempo, o Sul do Brasil está em situação pré-frontal, ou seja, as condições de tempo que antecedem a entrada de uma frente fria. O sistema que avança da Argentina é muito forte e nesta quarta-feira avança sobre a região Sul do Brasil. Toda a região deve ficar em alerta para eventos de chuva intensa, ventania e possibilidade de granizo.


Após a chuva, a entrada da forte massa polar que vem junto com a frente fria provoca acentuada queda da temperatura no Sul do Brasil. Não se pode descartar a chance de queda de neve nas áreas mais elevadas das serras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Já na quinta-feira, áreas do centro-oeste e sul gaúcho devem amanhecer com geada. As condições para geadas de forte intensidade no Sul do Brasil são grandes na sexta-feira, no sábado e no domingo, pois o centro da massa polar (região mais fria do sistema) deverá passar sobre o Sul.

Sobre o Grupo Climatempo

O Grupo Climatempo é a maior empresa privada de meteorologia do país. Uma holding formada pela Climatempo Consultoria, Agência Climatempo, a TV Climatempo e a CLIMANET (Internet, serviços de tecnologia e informática). Atualmente, o Grupo Climatempo fornece conteúdo para os principais portais do país, mais de 50 retransmissoras de televisão do Brasil, rádios e tem cerca de mil clientes. Os dois principais segmentos atendidos são o de agronegócios e meios de comunicação. Além destes, fornece conteúdo meteorológico estratégico para produtoras, a indústria eletroeletrônica e têxtil, comércio, moda e turismo, construção civil, setor de energia, entre outros setores.

O Grupo é presidido pelo meteorologista Carlos Magno, um dos primeiros comunicadores da profissão no País, com mais de 23 anos de carreira, que ajudou a mudar a cultura que o brasileiro tinha sobre a meteorologia. O Grupo Climatempo conta ainda com Ana Lúcia Frony vice-presidente, Renato Urbinder, sócio-diretor (Diretor de Negócios e Projetos Especiais), e os diretores executivos Gilca Palma (Climatempo Meteorologia), André Madeira (Agência Climatempo) e o jornalista Paulo Polli (TV Climatempo) no Conselho Consultivo.


ai/UNO
 

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