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Dirceu Dresch participou de mobilizações em defesa dos direitos das mulheres

Deputado defendeu manutenção dos direitos previdenciários dos agricultores

O deputado estadual Dirceu Dresch (PT) participou, nesta terça-feira (8), de mobilizações que celebraram o Dia Internacional da Mulher. Os atos, realizados em São Miguel do Oeste, Chapecó e Lages, também foram marcados pela defesa da pauta de reivindicações dos agricultores familiares, que exigem a manutenção dos direitos previdenciários da categoria e a ampliação de políticas públicas para o setor.   Os milhares de participantes também defenderam a democracia e repudiaram as tentativas de impeachment  da presidenta Dilma. Os atos foram organizados por entidades representativas dos agricultores familiares e reunião mais de 2,5 mil pessoas nos três municípios.

“A agricultura familiar mostra seu rosto para cobrar políticas públicas para as mulheres, para fortalecer a renda das famílias do campo e para que o governo do Estado cumpra a lei e garanta recursos para a habitação rural. O setor sempre foi às ruas lutar pela democracia e pelo direito de produzir alimentos,  e não seria diferente neste momento que o país vivencia o ataque a um governo popular, eleito democraticamente nas urnas, prejudicando toda a economia do país”, disparou o deputado.

Dresch recebeu a pauta de reivindicações da categoria e se prontificou a ser interlocutor nas negociações com o governo do Estado e o governo federal. O aumento da  violência contra a mulher, ponto denunciando pela lideranças, será levado pelo parlamentar á  comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.


Contra mudanças na Previdência

A mobilização também criticou a iniciativa de reforma previdenciária que avance sobre os direitos dos agricultores familiares, que contam com um regime especial. “Direito não se reduz, se amplia. A reforma que o Brasil precisa fazer não está na Previdência, não está em mexer em direitos dos agricultores familiares e camponeses e de toda a classe trabalhadora. A reforma precisa começar pelo andar de cima, taxando as grandes fortunas desse país e criando mecanismo contra  a sonegação de impostos que, por ano, impede que mais de R$ 500 bilhões deixem de ser investidos em saúde, educação e infraestrutura”, afirmou Dresch.

Assessoria de Imprensa
ai/UNO


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