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Colônia de férias de Verão em Laguna

Laguna – No mês de Janeiro, verão, mês de férias nas escolas, e o que fazer com as crianças? Sem poder deixar com parentes, pagar uma babá ou sem alternativas, os pais optaram pelas colônias de férias.

Em Laguna, pais que tenham filhos estudantes das creches municipais têm a possibilidades de deixá-los em cinco centros de educação infantil, no período integral. O programa Colônia de Férias, neste ano, está atendendo mais de 200 crianças entre o maternal e quatro anos. Os professores foram contratados através de processo seletivo. De acordo com o número de crianças são três a dois educadores por turma.

A doméstica Lúcia Helena, 33 anos, mãe de dois filhos, consegue economizar com a ida da filha menor para a colônia de férias. “Eu teria que pagar alguém para cuidar dela”, conta. Na temporada de Verão ela consegue aumentar a renda com a vinda dos turistas, onde realiza faxina nos apartamentos dos veranistas na Praia do Mar Grosso.

Enquanto isso, a filha de 3 anos, pratica atividades lúdicas e recreativas direcionadas neste período para que os pequenos brincarem à vontade. O período de Colônia de Férias vai até 4 de fevereiro.


No Centro de Educação Professora Laureni Vieira, da Vila Vitória, são atendidas 50 crianças. Grande maioria trabalho no comércio da cidade, fábrica de pescados e prestadores de serviços gerais. Hoje, no lanche deve maçã, gelatina, feijão, arroz, batata, farofa, carne e de lanche bolo de cenoura e suco.

A Secretária de Educação, Simone Belmiro, explica que as crianças ficam das 7h às 18h na creche, fazem quatro refeições diárias, professoras e orientadoras e merendeiras tem a atenção redobrada.

No maternal, os pequenos querem é colo, cantigas de ninar e músicas. As professoras se dividem até ensinar os primeiros passos dos pequenos.

No CEI Irmã Vera, no bairro Ponta das Pedras, a Colônia de Férias também está sendo oferecido aos pais, que matricularam os filhos no final do ano passado.


Em Cabeçudas, a creche Pequeno Príncipe, são 20 crianças, filhas de pais que trabalham nas fábricas de pescados da região, que possui maior concentração de trabalhadores.

Foto © Marco Bocão
ai/UNO

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