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Carne Suína catarinense no mercado japonês

Florianópolis – A abertura do mercado japonês para exportação da carne suína catarinense deve ser comemorada por todos e representa um esforço do Governo do Estado de fortalecer a economia catarinense.  Essa conquista beneficia a expansão do setor produtivo e industrial da suinocultura, com manutenção e geração de empregos no meio rural e urbano e, incremento da economia estadual. Nos últimos três anos, Santa Catarina conseguiu abrir três importantes mercados para exportação da carne suína: China, em 2011; Estados Unidos, em 2012; e agora o Japão.

Sem o apoio do governador Raimundo Colombo, que com suas viagens internacionais, ações do ex-governador e senador Luiz Henrique da Silveira, dos ex-secretários da Agricultura, deputados, empresários e criadores, além de ações das empresas do governo (Cidasc e Epagri) que garantiram a conquista do status de único estado livre de febre aftosa sem vacinação no Brasil, dificilmente estaríamos comemorando essa conquista econômica.

A parceria realizada entre o serviço público estadual e federal através do Ministério da Agricultura e as agroindústrias, incrementada nos últimos cinco anos, sem dúvida, fez diferença para manter o status e melhorar as condições sanitárias diante das exigências dos mercados internacionais. O Icasa (Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária), por exemplo, foi criado pela iniciativa privada em parceria com o Estado para conquista deste mercado internacional.

Na Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) são 225 veterinários que atuam na defesa sanitária animal do Estado, além do apoio técnico dado pelos funcionários da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca. Santa Catarina investe há cinco décadas em procedimentos que garantam a saúde dos rebanhos catarinenses e a qualidade da carne que produzem. São 20 anos sem um foco de febre aftosa.


Na fronteira com a Argentina e nos limites com os estados do Paraná e Rio Grande do Sul, o Governo do Estado mantém 67 barreiras de fiscalização sanitária, que funcionam durante 24 horas. Cada animal do rebanho bovino estadual possui identificação individual e rastreabilidade garantida.  Somos o Estado que mais investe em sanidade no Brasil. Em toda fronteira, temos uma barreira E em cada barreira, uma equipe trabalhando 24 horas por dia. Agora, o objetivo é ampliar esse mercado e enfatizar que outros países poderão considerar a decisão japonesa em termos de segurança sanitária, para definirem favoravelmente às importações de carne suína catarinense.

Ney Bueno
ai/UNO

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