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Câmara de Criciúma promove audiência pública para discutir Comunidade Terapêutica da Região Carboníf

Criciuma – A Câmara de Vereadores de Criciúma realiza nesta quinta-feira, dia 24, uma audiência pública para discutir a criação da Comunidade Terapêutica da Região Carbonífera. A casa será destinada para a reabilitação de usuários de drogas. A reunião ocorre às 19 horas, no auditório da Amrec, na avenida Santos Dumont, bairro Milanese, em Criciúma. O requerimento foi feito na Comissão de Serviços Públicos, por solicitação do vereador Giovanni Zappellini (PP).

Participarão da audiência pública prefeitos e secretários de Saúde dos municípios da Amrec, além de outras autoridades. De acordo com o vereador Zappellini, a intenção é discutir formas de manutenção da estrutura após sua construção. “Acreditamos que deva ocorrer uma proporcionalidade entre o número de vagas destinadas e o valor repassado pelos municípios”, comentou Zappellini. O vereador detalhou que não é possível convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), pois somente casas psiquiátricas podem receber estes recursos.

O presidente da Câmara, Edison do Nascimento (PMDB) já iniciou tratativas com a Unesc para a concepção do projeto arquitetônico. “Este é um projeto com participação de todos os vereadores. Estamos engajados na solução dos problemas relacionados às drogas, que significam um grande mau presente na nossa sociedade”, declarou Edinho. Existe uma emenda do deputado federal Jorge Boeira (PT) destinando valores para a construção.

O local para a construção da Comunidade Terapêutica da Região Carbonífera ainda não está definido. Uma das possíveis áreas fica localizada no Morro da Cruz, nas proximidades da Mina União. O terreno pertence a Prefeitura de Criciúma.

Em março, uma comitiva com os vereadores Giovanni Zappellini (PP), Ézio Jévis Manoel (PDT), Toninho da Imbralit (PMDB) e Edison do Nascimento (PMDB), além do presidente do Conselho Municipal Antidrogas de Criciúma (Comad), Manoel Rozeng esteve em Esteio (RS) conhecendo a estrutura da Comunidade Terapêutica local. Lá, estima-se em R$ 1 mil por mês para a manutenção de cada interno. Os pacientes recebem assistência médica, psicológica, além da alimentação e outras necessidades.

Assessoria de Imprensa

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