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Reerguida pela educação - Gustavo Woerner |
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por Gustavo Worner
“Caiu o Muro de Berlim”, era o título dos principais jornais do mundo em novembro de 1989. O muro que separou por anos a Alemanha Ocidental (capitalista) da Alemanha Oriental (socialista), finalmente veio ao chão, junto do socialismo pregado duramente pela União Soviética.
Depois de quase 22 anos da queda, os impactos são visíveis. A Alemanha, agora unificada, fortaleceu a indústria, qualificou a mão-de-obra e entrou “de cabeça” no novo mundo multipolar. O poder bélico foi pra segundo plano, tornando dominante agora o país que possuir maior capital de giro. A verdadeira arma é a economia de um país. Para impulsionar esse crescimento existe uma área culpada: a educação. A Alemanha se reergueu das cinzas e investiu profundamente em escolas e universidades, garantindo a qualificação profissional de todo o cidadão. Contratou estrangeiros e se remodelou, saindo de um ultrapassado sistema armamentista para um inquestionável modelo de educação a ser seguido.
Muitos vão concordar comigo quando falo que a educação tem que ter o papel principal na sociedade atual. No exemplo da Alemanha, vários foram os países que poderiam, e de fato ajudaram o país a se reerguer, mas se não fosse a competência germânica de gerar conhecimento para administrar o que estava acontecendo, dificilmente hoje seria um país ocupante de uma das cadeiras do G8. No caso do Brasil, a riqueza é pura sorte, porque se depender da educação, o muro ainda está de pé.
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