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Ventos de até 100km/h causam destelhamentos em Arroio do Silva

Arroio do Silva - Pelas ruas da cidade, principalmente nos bairros Zona Nova Oeste, Centro e Praia da Meta, restos de telhas de amianto e pedaços de estrutura de telhados por todos os lados.

Este foi o cenário após o temporal com rajadas de ventos de até 100km/h, acompanhados de granizo, que atingiram na tarde desta terça-feira, 09, dezenas de casas e prédios públicos no Balneário Arroio do Silva.

A Escola Estadual Apolônio Ireno Cardoso teve que suspender as aulas devido ao destelhamento parcial. O Salão Paroquial da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes também teve destelhamento parcial.

O vice-prefeito Mário Mota atendendo solicitação do diretor da Defesa Civil Municipal, José Luiz Oliveira, fez um levantamento parcial dos estragos, enquanto entregava lonas pretas para amenizar a situação dos moradores atingidos.

Na Rua Santa Rosa, a moradora Maria da Graça Barcellos Arrué, teve o telhado de sua casa levado pelo vento. "Foi muito rápido, ainda bem que a casa tem laje em cima, senão estaria sem nenhuma cobertura", lamenta.

O proprietário de um mercado na Praia da Meta, Edson Fernandes, viu a estrutura da cobertura cair no meio da avenida beira mar, sem nada poder fazer. "Nunca vi coisa igual na minha vida", disse, enquanto contabilizava os prejuizos superiores a R$ 10 mil. Edson fazia pouco tempo que tinha reformado o telhado do mercado.

O pescador e vereador José Lourenço de Souza, mais conhecido por Zé Gadelha, viu o telhado de sua casa ser jogado pero do mar. "Nem o furacão Catarina tive prejuizo como neste tufão de vento. Foi em questão de 30 segundos e o vento levou meu patrimônio. O meu prejuizo é de R$ 7,500,00", lamentou.

O vice-prefeito Mário Mota chama a atenção dos proprietários de casas de veraneio para que venham ao Arroio do Silva certificar-se de que suas casas não foram destelhadas.  "A gente viu muitas casas com telhas quebradas e sem a presença de moradores, se continuar a chover poderá causar estragos nos móveis das casas", adverte a autoridade municipal.

Com os fortes ventos houveram prejuizos na rede elétrica , deixando o município às escuras. O comércio teve que fechar as portas mais cedo, devido a falta de energia, que só retornou na madrugada desta quarta-feira, 10. O temporal também prejudicou o abastecimento de água potável no município.

ai/UNO

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